Meu país hoje ainda é formoso, tem as curvas de Iracema mas não se parece em nada com o promissor emergente, a potência global de Getúlio e JK. Hoje é governado, foi entregue pela população à analfabetos, guerrilheiros e marginais ao contrário de antropólogos, engenheiros e verdadeiros visionários. Tudo sob a asa comunista, sob o dizer ser do povo.

         Manchetes declaram que estamos a um passo do desenvolvimento. Mas como se pode acreditar nisso se está confirmado que nossa mídia é falsa e manipuladora por ordem de cima, e cada vez mais é evidente a podridão de nossos governantes. Suas políticas de falsa esquerda sem sentido.

         Dizem fazer de tudo por um país de todos e realmente fazem. Mostram as garras por um país, ou melhor, um continente livre, América Libre, onde os colonizadores, ou seja, os capitalistas não podem viver, serão expulsos de suas propriedades como o branco que agora a pouco teve de sair de suas terras pois não era índio, deixando á mercê de animais bípedes sua mulher e filhos. Lutam pelo dia em que terão uma terra própria para eles, sujeitos a quem não importa desenvolvimento, cultura ou nem um lema de ordem e progresso.

         Desde o primeiro instante em que o Partido dos Trabalhores surgiu e seus criadores – ladrões, demagogos e indigentes – trajaram griffe, aprenderam a escrever os próprios nomes, ou simplificaram-no para facilitar a grafia, esteve aparente a carga de mentiras e o banho de sangue de contravenção.

         Após forjarem fatos, lutas e derrubarem poderes, um deles, o duende de nove dedos, que arrancou um dos dedos para poder ‘coçar’ o dia inteiro recebendo indenização do patrão, ou melhor, na filosofia deles: vampiro da vida operária. O rei dos que vestem Guevara e Lênin, que cita Marx e Mao, que jamais vence debate direto, afinal, frases feitas não possuem contornos, por isso mesmo escolhem a saída mais sensata: ausência. Perdem debates por B.O, mas vence nas urnas graças ao mesmo cabresto que repudiou, que chama de vale sei lá o que, em que a falta é desculpada por se declararem superiores.

         Passou o primeiro mandato, e os pobres satisfeitos com suas bolsas- vida uma vez mais superaram os intelectuais, que preferem votos nulos e brancos e depois quando chegarmos ao fundo do poço, reclamar.

         Hoje assistimos o nascer de uma terra de ninguém, ou seja, dos que não merecem nem nomenclaturas. Os índios que assistem novelas, trepam por não terem o que fazer e calçam nike já detêm 10% do solo nacional. Ao MST outros já foram repassadas 10%. Se isso já não bastasse, a mídia nacional manipulada pela esquerda esconde os dados internacionais, em que consta: de 15 a 20% tem mando de narcotraficantes ligados às Farc e 15% serão transferidos aos quilombolas.

         Mesmo depois de que o Dossiê Brasileiro foi aberto pela revista colombiana Cambio, onde 85 e-mails direcionados á mais alta cúpula do poder brasileiro foram encontrados no notebook pessoal do 2° nome das Farc, Raúl Reyes, onde fica mais do que escancarado a forte ligação entre o governo Lula e os militantes das Farc. Episódios como a ajuda de Dilma Roussef – a futura candidata a presidência – ao empregar a mulher de um membro preso das Farc no Brasil empregando-a em um cargo de confiança. PT, PCC, Comando Vermelho e as Farc são irmãs bastardas de um pensamento que se corrompeu.

         Há algo na espreita, como tigre que aguarda pela hora certa para dar o ‘bote’. Governos eleitos pela democracia que nos foi tragada a força se entrelaçam com verdadeiros terroristas dos quais fugimos e nos trancamos em casa.

         Uma coisa lhes digo: Tenho medo. Medo de ver minha pátria mãe dissolver-se em e nada mais. Medo do que o amanhã nos guarda. Medo de ser incapaz de mudar, de ajuda a botar nos trilhos a locomotiva que descarrilhou.

        

obrigado

Isaac Lourenço

 

ps.: Tenho medo. E você, tem?

 

 

2 Respostas para “República Farquiana do Brasil”

  1. eu disse

    nao foi agressivo, foi debochado..
    revela as nuances da podridão, mais do que isso informa com dados verídicos.
    nada maus.

  2. eu disse

    o q levou vossa sapiencia a procurar tal fonte – digo, a cambio – para embasar vossa opinião?
    anh? anh?

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